8 Comments

  1. Pablo

    Olá? Tudo certo?

    Tenho que renovar minha cnh com ear, categoria b, exerço atividade remunerada, tenho que fazer tal exame?

  2. Quem teria que arcar com estas despesas, seria o governo estadual ou federal.
    Afinal, o fator segurança nas estradas é competência dos governantes.

  3. Valdemir Lima

    Senhores e Senhoras que sao a favor do exame, eu tambem sou, já que é obrigatoio oo custo deveria ser de responsabilidade do governo e nao do motorista, por ser um exame extremamente caro…Brasil é uma piada mesmo, como pode um país que o salario minimo nao chega mil reais um exame desse custar de 299 a mais… um verdadeiro asurdo…verdadeiro paraíso dos corruptos esse nosso país…

  4. Dr Melo

    O que o “Antônio Batista Ferreira” falou está totalmente correto.
    Estradas bem projetadas e conservadas é que vai reduzir acidentes em 80%.

    E estas estatisticas apresentadas aí… são mera coincidencia. Se pegar o proximo mes ou ano, garanto que dobra tudo.
    “Papel aceita tudo”….

  5. Antônio Batista Ferreira neto

    Concordo com tudo o que foi dito mas ainda acho que estradas bem conservadas e bem fiscalizadas matam menos mas é mais fácil criar métodos que custeiam o cidadão que já sobrevive na corda bomba do que fazer o governo colocar em prática suas obrigações já que para tanto já nos foi ceifado em impostos.

  6. João Pereira Duarte

    Não resolve nada, é um absurdo a exigência deste exame que custa muito caro que deveria ser realizado no SUS. Eu vou ter que rebaixar minha CNH para AB.

  7. andreia

    Penso que tudo que for feito visando efetivamente a redução de acidentes é muito válido.
    Mas como em todas as mudanças há que se fazer uma reflexão após um tempo da implantação para se fazer um real balanço.
    Como as estatísticas apontam para uma redução dos acidentes, não há o que se questionar a eficácia do exame.
    Sendo assim, creio que o toxicológico deveria ser estendido a todos os condutores de veículos. Exercendo atividade remunerada ou não, haja vista o aumento do consumo de drogas ilícitas. Há também o consumo de remédios por condutores que ignoram a recomendação da bula para não fazer uso da direção enquanto durar um tratamento de saúde.
    Em minha experiência de 14 anos como diretora de CFC, sou convicta de que precisamos muito evoluir nas questões que envolvem o trânsito brasileiro.
    Falta muito comprometimento em todos os seguimentos, que vai desde a falta de consciência do usuário das vias públicas, passando pelos meus colegas de auto escolas, chegando à falta de fiscalização pelo poder público e ao questionável processo de formação de condutores, para citar apenas alguns pontos.
    A morosidade é uma forte característica brasileira. Há uma má vontade muito grande. Enquanto isso, o efeito cascata de um acidente de trânsito marca tragicamente as vidas das pessoas, compromete a já tão frágil economia brasileira…
    Diante do exposto penso que nós, que trabalhamos diretamente na formação de condutores, CFC e entidades como a ICETRAN, temos o DEVER de cobrar incansavelmente ações eficazes e rápidas de nossos governantes.

  8. Fernando Pedrosa

    Na verdade, o exame toxicológico de larga janela de detecção é a única política públlca de caráter preventivo ( e não punitivo) de efetivo combate ao consumo de drogas desde a edição do Código de Trânsito Brasileiro. E é muito importante saber que o uso dessas drogas estimulantes não são feitas por prazer. Mas sim pela necessidade de atender às jornadas desumanas a que esses profissionais são submetidos. Na tentativa de aumentar sua capacidade de resistir ao cansaço e à fadiga, esse profissionais acabam por optar pela droga que, muitas vezes, transforma a viagem em uma ida sem volta…

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